Cardiologista do Esporte. E alguém que já esteve do outro lado do consultório.
Antes de me tornar cardiologista,
eu era o paciente.
Antes de me tornar cardiologista, eu era o paciente. Tive obesidade. Usei anabolizantes. Pratiquei vôlei, futsal, handebol, corrida e muay thai. Passei por tudo que muitos dos meus pacientes vivem hoje, sem orientação adequada e sem um médico que realmente entendesse a minha realidade.
Essa experiência mudou a forma como eu pratico a medicina. Não falo de teoria. Falo de experiência vivida.
Perdi 30 kg no meu processo. E sei o que é lutar contra o próprio corpo.
Formei-me em Medicina pela UESC, universidade pública nota máxima no ENADE. Fiz residência em Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da UFMG, uma das maiores referências em medicina interna do Brasil.
Especializei-me em Cardiologia pelo Hospital Felício Rocho, referência cardiovascular em Minas Gerais e um dos poucos centros de transplante cardíaco no estado. E me pós-graduei em Cardiologia do Esporte pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Essa tríade de formações: cardiologia, esporte e estilo de vida, é o que me permite cuidar do paciente de forma completa. O coração, o corpo e a rotina.
Hoje atendo atletas que querem performance com segurança, pessoas que querem voltar a se exercitar sem medo, e pacientes que usam ou já usaram hormônios e precisam de um médico que entenda sua realidade, sem julgamento.
Porque entender a história do paciente não cabe em quinze minutos.
No consultório, você não é um caso. É uma pessoa.
Trajetória acadêmica construída nas maiores referências em cardiologia e medicina esportiva do Brasil.
Antes de qualquer exame ou conduta, quero entender como você vive: rotina, treino, alimentação, sono, hormônios, objetivos e frustrações. Tudo isso influencia a saúde cardiovascular.
Faço uma avaliação completa e individualizada. O tratamento é construído junto com o paciente. Não existe receita padrão: existe o seu caso, a sua história e o seu objetivo.
Dúvidas sobre efeitos colaterais, ajustes de medicação ou intercorrências? Você tem acesso ao médico. Não fica sozinho entre consultas.
"Entender a história do paciente não cabe em quinze minutos. O tratamento que faz sentido é aquele que foi construído com quem vai vivê-lo."
Atendimento presencial em Belo Horizonte e teleconsulta para todo o Brasil.